MãoFina

Novembro 17 2011

Foi tanta a convicção que acabei peidado numa espécie de sósia. Branco e andrógeno, nem gás nem água. Tipo estranho.

 

Senti-me aterrorizado preso no tecto do mundo, porém na vertigem a visão: hoje olhei para o País.

 

"Porra, fo..., é verde!" - Disse o Francês, eu jamais. Mas era verde porra! Verde vida, verde verdade e adjectivos da mesma génese. Parecia uma gaja boa semi nua com um trapo azul. Não que a imaginada fosse verde, essa estaria morta. Esta ainda está viva.

 

Deu-me vontade de regar tudo, cus inclusive, cus principalmente. Que ficassem eles também vivos. Fossem verde Mundo, verde Portugal.

 

Correriam os peidos livres por aqueles horizontes, correriam sem fugir, correriam na vontade. E noutro século a memória esquecida do renascimento feudal dos Senhores, Senhoras ou a mistura dos dois, dois mil e onze.  

 

Ass.: C.

 

Por MãoFina às 20:29
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